terça-feira, 19 de março de 2013

PENSE DIFERENTE

Nesse dia de chuva intensa a cidade e os moradores sofrem com alagamentos, destruição, caos no trânsito e mortes. Então, nada mais propício do que dar uma olhada com atenção para esse vídeo.

Até que ponto nosso consumismo desenfreado (disfarçado de conforto, status, poder) vai nos aliviar de nossos crimes contra a Natureza?

Aproveitem que estão em casa hoje e reflitam...

http://www.youtube.com/watch?v=WfGMYdalClU&playnext=1&list=PL65D8404E826BF8E3&feature=results_main

segunda-feira, 18 de março de 2013

quinta-feira, 14 de março de 2013

ONDE ESTÁ A VELHA REBELDIA DO ROCK AND ROLL?



Publiquei esse post há algum tempo.. Gosto de falar sobre música, principalmente sobre rock e blues, e como nós somos influenciados por ela.
E resolvi republicá-lo na íntegra por achar que nosso cenário musical continua a mesma m***** de antes. E os jovens também...
Alguém discorda? 

Ontem a noite passou na tv o VMB, evento que reúne os destaques musicais do Brasil no ano. Pelo menos é isso que parecia. Confesso que não vi tudo. Na verdade a galera no twitter dava conta de me atualizar do que estava acontecendo.
Bom, pelo pouco que vi e muito do que li no twitter, o cenário do rock nacional está de mal a pior. Tudo muito pasteurizado, uma linguagem artística que não precisamos nos esforçar muito pra entender ou que não nos exija tanto.
Não quero bancar o saudosista barato. Sei, como professor de história, que "todo passado é homérico", mas sinceramente falta algo que nos sobrava nos ano 70, 80 e até meados dos 90. Nós tinhamos grandes desafios pela frente.
Estávamos, aqui no Brasil, lutando contra a Ditadura Militar e toda a gama de violência e censura que ela provocava. Depois, com a liberdade garantida, descortinava-se um novo país. E não era muito bonito o que podia se ver. Décadas de regime ditatorial e  nos tornamos um país miserável e injusto.
Nesse ambiente hostil, a criatividade, a irreverência e um certo espírito contestador marcaram a nossa música e principalmente o rock.
Votamos pela primeira vez em muito tempo para presidente. Puxa! Quase elegemos o verdadeiro presidente operário.Nessa leva surgiram bandas que nos deram alguma esperança que o Brasil poderia ser o tal "país do futuro".
Porém em 91/92 um episódio  colocava em risco nossos frágeis primeiros passos de nação democrática: O escândalo Collor de Melo/Pc Farias. E foi a juventude que logo se levantou com sua alegria e crítica mordaz, nas músicas e passeatas, contra a corrupção e pela democracia.
Mas como num passe de mágica, como num show no qual a banda favorita da gente não volta para um bis, tudo perdeu o sentido, fomos nos acomodando ou será envelhecendo? Tudo parece ter ficado mais do mesmo. 
Agora, surge uma nova geração que possui computadores, internet, celulares multimídias enfim, todo o arsenal para levar sua insatisfação típica da juventude aos quatro cantos do mundo. Contudo, quis o destino(?) que essa geração jogasse fora todo o trabalho de "limpar o terreno" que nós tivemos. 
Fico aqui aguardando, não de braços cruzados, um sopro de vigor na música brasileira que nos liberte do estado de letargia profunda em que a maioria de nós vive. Enquanto isso não acontece, vou ouvindo o meu velho e bom Rock and Roll.

PAÍS SEM EDUCAÇÃO = PAÍS SEM FUTURO

Enquanto o governo federal enche boca pra falar que reduziu a miséria aparente no Brasil, a ONU divulga os últimos dados do Índice de Desenvolvimento Humano, o IDH.

O documento divulgado nesta quinta-feira (14) mostra que apesar de ter avançado nas últimas duas décadas, o Brasil ainda tem um IDH menor que a média dos países da América Latina e Caribe. O país está na posição 85ª do ranking, que leva em conta a expectativa de vida, o acesso ao conhecimento e a renda per capita. 

E é no acesso ao conhecimento que mais pecamos. O relatório do Pnud também revelou que o Brasil tem a menor média de anos de estudo entre os países da América do Sul. Segundo dados de 2010, a escolaridade média do brasileiro era de 7,2 anos – mesma taxa do Suriname – enquanto são esperados 14,2 anos. No continente, quem lidera esse índice é o Chile, com 9,7 anos de estudo por habitante, seguido da Argentina, com 9,3 anos, e da Bolívia, com 9,2 anos.

O governo, é claro, contesta esse relatório. O problema é que não faz muita diferença quem está certo. A questão é que a educação no Brasil passa longe de ser prioridade nacional. Assim, continuaremos a combater apenas a miséria e nunca avançarmos para além dela.

Fonte: http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/03/14/brasil-tem-3-maior-taxa-de-evasao-escolar-entre-100-paises-diz-pnud.htm

quarta-feira, 13 de março de 2013

DISCUTINDO A RELAÇÃO COM OS BEATLES!!

Muito criativo esse vídeo. Conta a história de um casal discutindo a relação de acordo com as músicas dos Beatles.

Quem ainda não conhece as músicas dos Beatles aproveite, nunca é tarde..

http://www.youtube.com/watch?v=JqVV1uURKYk


terça-feira, 12 de março de 2013

RACISMO À BRASILEIRA.


Para os alunos dos 3º anos, uma matéria interessante sobre a relação entre racismo e educação no Brasil. Acessem o link e comentem...



A RIQUEZA ÁRABE. PARTE III

Seguem vários links sobre artigos e reportagens relacionadas à presença árabe no Brasil.

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/sentindo-se-em-casa

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/fazemos-qualquer-negocio

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/reportagem/casa-de-arabes

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/arabes-com-cristo

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/perspectiva/arquitetura-de-ala

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/perspectiva/azulejos-filosoficos

RIQUEZA DA CULTURA ÁRABE. PARTE II


arquitetura islâmica (em árabeعمارة إسلامية) agrupa o conjunto de estilos seculares e religiosos aplicados no desenho e construção de edifícios e estruturas, desde a época de fundação do Islão, até os dias atuais.
Os tipos principais de construções da arquitetura islâmica são: as mesquitas, as tumbas, os palácios e os fortes. De menor importância são os banhos públicos, as fontes, e a arquitetura doméstica.
coluna, o arco e a cúpula são características marcantes dessa arquitetura, na medida em que as três juntas lhe dão beleza e originalidade.

Índice

  [esconder

[editar]História

Em 630, quando o exército de Maomé reconquistou a cidade de Meca, o santuário da Caaba foi reconstruído e dedicado ao Islão; a obra foi executada por um náufrago carpinteiro etíope, em seu estilo nativo, e concluída antes da morte de Maomé em 632, vindo a tornar-se um dos primeiros trabalhos de grande envergadura da arquitetura islâmica.
As paredes foram decoradas com pinturas de JesusMariaAbraãoprofetas e anjos. A partir do Século VIII, a doutrina islâmica, baseada no Hadiz, proibiu o uso de imagens em sua arquitetura, sobretudo as de humanos e de animais.
No Século VII, as forças muçulmanas conquistaram extensos territórios. Ao se estabelecerem em uma região, sua primeira preocupação era encontrar um lugar para erguer uma mesquita. O desenho simples, baseado na casa do profeta Maomé, tornou-se o padrão de construção dessas novas mesquitas ou de adaptação de edifícios já construídos como igrejas.

[editar]Influências e estilos tradicionais


Domo da Rocha é um exemplo chave da arquitetura islâmica.
Um estilo arquitetônico islâmico facilmente reconhecível se desenvolveu pouco depois da morte do profeta Maomé, formado a partir de modelos romanos,egipciospersas e bizantinos. A rapidez de seu surgimento teve como marco o ano 691, com a finalização do Domo da Rocha (Qubbat al-Sakhrah), emJerusalém, que apresenta traços abobadados, um domo circular, e o uso de estilizados e repetitivos padrões decorativos (arabesco).
Basílica de Santa Sofia, em Istambul, também influenciou a arte islâmica, ao agregar elementos da arquitetura bizantina. Quando os otomanoscapturaram a cidade dos bizantinos, converteram-na de basílica em mesquita, sendo atualmente um museu. Essa igreja também serviu de modelo para muitas outras mesquitas otomanas, como a Mesquita Sehzade e a Mesquita de Süleymaniye.

[editar]Arquitetura persa


Mesquita de Shah, em IsfahanIrã.
Uma das primeiras civilizações com a qual o Islã entrou em contato foi com a persa, da qual os islâmicos absorveram abundantes elementos.
Muitas cidade, como Bagdá, por exemplo, foram erguidas junto a construções precedentes, como Firouzabad, naPérsia. É sabido que dentre as pessoas contratadas por Al-Mansur para desenhar os planos da cidade, encontravam-se Naubakht (نوبخت), um antigo persa seguidor de Zoroastro, e Mashallah (ماشاءالله), um antigo judeu deKhorasánIrã.

[editar]Arquitetura andaluza ou mourisca


Vista do interior da Mesquita de Córdoba.
A construção da grande Mesquita de Córdoba, começada no ano785, marcou o começo da arquitetura islâmica napenínsula Ibérica e no norte da África. Essa mesquita se destaca por seus arcos interiores em forma de ferradura.
A arquitetura andaluz atingiu seu clímax com a construção da Alhambra, o magnífico palácio-fortaleza de Granada, com seus espaços abertos e afrescos em roxo, azul e dourado. As paredes são decoradas com estilizados motivos de folhagens, inscrições em árabe, e desenhos com arabescos nas paredes azulejadas.
Pouco antes de concluída a reconquista cristã, a influência islâmica teve seu derradeiro impacto na arquitetura da Espanha, através do estilo mudéjar, mesclando elementos cristãos e muçulmanos.

[editar]Arquitetura otomana

A arquitetura do Império Otomano caracteriza-se por suas grandes mesquitas, baseadas nos modelos de Sinán, como a Mesquita de Süleymaniye, de meados do Século XVI. Durante cerca de 500 anos, exemplos daarquitetura bizantina serviram de modelos para a maioria das mesquitas otomanas, como a Mesquita Sehzade e aMesquita Rüstem Pash.
Os otomanos desenvolveram uma arquitetura de alto nível, nas terras que dominaram. Dominaram a técnica de construir extensos espaços internos confinados por abóbadas, e de alcançar a harmonia perfeita entre os espaços interiores e exteriores, assim como entre a luz e a sombra. A mesquita deixou de ser um compartimento escondido e escuro, com suas paredes cobertas por arabescos, para se tornar um santuário do equilíbrio estético e técnico, da elegância refinada e, de uma forma indireta, do transcendental, do divino.

[editar]Arquitetura fatímida


Mesquita de Al-Hakim.
Os Fatímidas adotaram o modelo arquitetônico tulúnida, mas também desenvolveram suas próprias técnicas, das quais a Mesquita de Al-Hakim é um exemplo. Sua primeira mesquita congregacional, no Cairo, foi a Mesquita de al-Azhar ("a esplêndida"), que, junto à sua instituição adjacente, aUniversidade de al-Azhar, se converteu no centro espiritual do Ismaelismo.
Outros exemplos destacados dessa arquitetura são as elaboradas construções funerárias e as monumentais portas das muralhas da cidade do Cairo, instaladas pelo poderoso emir e vizir fatímida Badr al-Jamali (c. 1073–1094).

[editar]Arquitetura mameluca


Mesquita do Sultão Hassan, no Cairo,Egipto.
No reino dos Mamelucos (1250-1517) a arte islâmica recebeu um impressionante florescimento, caracterizando-se pelo zelo religioso, que viria a se tornar um padrão de arquitetura e das artes em geral. Suas técnicas apuradas utilizavam o claro-escuro e outros recursos óticos para produzir efeitos luminosos em seus edifícios. As abóbadas majestosas, os pátios, e os Minaretesaltíssimos (que podem ser vistos nos bairros mais antigos da cidade do Cairo), são uma boa demonstração do esplendor dessa arte.

[editar]Arquitetura Mughal (Babur)


Taj Mahal, em Agra, na Índia, construído pelo imperador mogol Shah Jahan, como mausoléu para sua esposa.
Um estilo arquitetônico distinto desenvolveu-se na Índia, por volta do século XVI, com a fusão de elementos persas e hindus. Exemplo desse estilo é a cidade real de Fatehpur Sikri, construída pelo imperador mogolAkbar, em 1500 aproximadamente.
Mas o exemplo por excelência da Arquitetura Mughal é, inegavelmente, o célebre Taj Mahal, "uma lágrima na eternidade", terminado em 1648 pelo imperador Shah Jahan, em memória de sua esposa Mumtaz Mahal, que morreu ao dar à luz o seu 14.º filho. Ele representa o ponto culminante da arquitetura islâmica na Índia, sendo reconhecido como um dos mais belos edifícios do mundo. É totalmente simétrico, com exceção do sarcófago de Shah Jahan, que é excêntrico devido à sua colocação no quarto da cripta, debaixo do piso principal. O uso abundante de pedras preciosas e semipreciosas, e a vasta quantidade de mármore branco requerida pela obra, quase levou o império à bancarrota.

[editar]Arquitetura sino-islâmica

A primeira mesquita na China surgiu no Século VII, durante a Dinastia Tang, em Xi'an. A Grande Mesquita de Xi'an, cujas atuais instalações datam da Dinastia Ming, não imita a maioria das características associadas às mesquitas tradicionais, tendendo a subordinar-se aos clássicos padrões da arquitetura chinesa. As mesquitas localizadas na China ocidental incorporam elementos tipicamente islâmicos, encontrados no Oriente Médio, como minaretes altos, arcos curvos e terraços em forma de cúpula, mas as mesquitas do leste tendem a se assemelhar a pagodes. Ainda assim, a China é renomada por suas belas mesquitas, semelhantes a templos.
A característica mais importante da arquitetura sino-islâmica é sua ênfase na simetria, detalhe que lhe confere uma certa grandeza. Ela se aplica tanto a palácios quanto a mesquitas. Todavia, uma exceção notável encontra-se no desenho de jardins, que tendem a ser assimétricos.

[editar]Arquitetura afro-islâmica


Grande Mesquita de Djenné, em Mali, exemplo do estilo de arquitetura afro-islâmica
A conquista muçulmana do norte da África motivou um notável desenvolvimento arquitetônico nessa região, do qual a cidade do Cairo é um de seus exemplos. No Sahel, a influência da arquitetura islâmica cresceu inicialmente nas cidades de Djenné e de Timbuctu. A Mesquita de Sanskore, em Timbuctu, era similar em estilo à Grande Mesquita de Djenné.
Em Kumbi Saleh, no bairro onde se concentravam os comerciantes, ergueram-se 12 belas mesquitas (descritas por Abū 'Ubayd 'Abd Allāh al-Bakrī). Madeira e barro eram os materiais mais empregados nas construções. A famosa cidade do Benim possuía um grande complexo de edifícios de barro, com terraços de ripas. O palácio real tinha uma sequência de espaços cerimoniais, adornados com placas de cobre amarelo (Bronzes de Benim).

[editar]Interpretações


Caligrafia árabe gravada no portal de acesso ao Taj Mahal.
As interpretações mais comummente aplicadas à Arquitetura Islâmica, podem ser assim resumidas:
  • O conceito do poder infinito de Alá, que é evocado por desenhos que repetem os temas, sugerindo o Infinito.
  • As formas humanas e animais raramente aparecem na arte decorativa, pois se considera mais importante retratar a obra de Alá.
  • caligrafía árabe é usada para realçar o interior de um edifício (ou o caminho de acesso a ele, como no Taj Mahal), com citações do Alcorão.
  • A Arquitetura Islâmica tem sido chamada de “arquitetura velada”, porque sua beleza artística não raro se esconde nos espaços interiores dos edifícios (como nos pátios), ocultando-se aos olhos do observador externo. Por outro lado, o uso de formas majestosas, tais como grandes abóbadas e minaretes elevados, pretende transmitir energia e alardear o poder e a cultura muçulmanas.
FONTE: WIKIPEDIA

A RIQUEZA DA CULTURA ÁRABE. PARTE I


Publico a partir de hoje uma série de postagens dedicadas à cultura árabe e, em especial, à presença árabe no Brasil e no Espírito Santo. 

Enquanto a Europa mergulhava na Idade Média, no século VI os árabes absorviam o conhecimento da antiga Pérsia em conjunto com a herança do conhecimento helênico.
Isto fez com que talvez pela primeira vez na história tenha acontecido uma harmonização em um todo da ciência com a filosofia, a teologia e a matemática.
Com a expansão do Islã por fronteiras distantes como a Índia e a Península Ibérica, o caldo de culturas resultante tornou-se extremamente propício para o desenvolvimento do conhecimento. na arabia saudita
A efervescência cultural desse período permitiu notáveis avanços nas artes e nas ciências. Em particular, no campo da matemática, dois fatos importantes ocorridos no âmbito da cultura árabe mudaram a forma de o mundo realizar cálculos e expressar os números. No século VII um matemático muçulmano da Índia criou o conceito do "zero". No século IX, um dos maiores matemáticos de todos os tempos, Al-Khwarizmi, escreveu sua principal obra onde formalizou o conceito de notação posicional. Esses conceitos tiveram seu impacto sobre o mundo da época amplificado e seu espalhamento acelerado graças à invasão árabe e à popularização dos algarismos arábicos, cujos símbolos tinham sua memorização facilitada pelo fato de a figura de cada dígito possuir o mesmo número de ângulos de seu valor.
Nesta época, surgiram vários cientistas e matemáticos notáveis no mundo árabe como, por exemplo:
  • Abu al-Qasim Maslamah al-Majriti (de Madrid), foi o mais antigo astrônomo árabe-espanhol.
  • Ibn Sina, conhecido mais comumente por Avicena, cujo trabalho mais consagrado é "Al-Qanun Fil-Tibb", ou "O Cânone da Medicina". Tendo sido um dos maiores nomes da história da Medicina, Avicena foi também chamado de o "Príncipe da Medicina".

 FONTE: WIKIPEDIA